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quarta-feira, 16 de maio de 2007

Sentimento maternal.

Criança é tudo de bom. Alegra a alma, acalma os anseios e nos faz despertar da realidade para viver em um mundo de sonhos e fantasias. Quase não vejo crianças aqui. Estão sempre tão atarefadas, ora estudando, ora exercendo outros tipos de atividade extra-curricular. Não vivem pelas ruas, divertindo-se com uma pipa a voar no céu. Aqui, onde houver uma criança, seguramente, seus pais a estarão acompanhando, impedindo que sejam elas mesmas, livres, soltas, aprendendo do mundo, que é o que há de melhor na infância. Nem tudo se pode aprender através de experiências alheias. Há de se ter que aprender a (con)viver com o mundo. E o mundo, este é cheio de surpresas. Mas não seria justamente aí onde reside o seu encanto ?

Acho que estou em plena fase maternal. Fico olhando as (poucas) crianças que encontro, sonhando com elas, interagindo telepaticamente, divertindo-me de suas meninices... Affff! quanto sentimentalismo! E logo de mim, que não sou sentimental? Rsrsrs.

Vou postar um poeminha que encontrei na net. Bonitinho, delicado. E algumas fotos de crianças pra colorir o post e deixá-lo regado de ternura. Dêem uma olhadinha:

Doçura
Há no amar um meigo encanto,
entre os afagos de ternura
sentidos em qualquer canto,
por conta de tal doçura!
Apelo d’alma tecida
de sonhos feitos de seda,
uns vestidos de estrela,
outros de nuvem vestida
qual noiva em tênue véu,
de asas implumes no ninho,
crianças que sopram ao léu
as bolhas pelo caminho!
Há no amar doce pureza,
no coração que se enfeita
de delicadas grandeza
sem simbiose perfeita!
mercília.rodrigues



Chora, não, vai...



O que olhas, tão concentrada?


Ah, estes seus olhos azuis, da cor do mar...


Pensando em que, meu Deus?


Porque charme é fundamental!



Ah, esta vida tão complicada...






Ouvindo: "Pai", Fábio Junior
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quarta-feira, 21 de março de 2007

Mais clipes!!!

Postando mais dois clipes: um nacional e um internacional. O do Skank é totalmente sem comentários. Muito linda a música. E o clipe internacional é um clipe oriental com uma triste história de amor como pano de fundo. Muito lindo também...

Clipe "Dois rios" - Skank






Clipe "I believe"




Ouvindo: "A Lista", Osvaldo Montenegro
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domingo, 18 de março de 2007

Mais um clipe...

Achei mt lindinho este clipe da Thalia. Vou colocar a letra embaixo e mais tarde posto a tradução. Tô meio sem tempo, agora...

"Entre el Mar y una Estrella" - Thalia




Letra

Aunque te hayas ido sigues conmigo
Siento el respiro de tu amor
Con un triste suspiro
Llega la noche
Y me platica de los dos.
Eterno fue lo que hubo entre tu y yo
Que nunca un adiós se contempló

Entre el mar y una estrella
Seguirás estando al filo de mis venas
Te pondré algunas velas
Para preguntarle a Dios cuando regresas

Ya no me sabe el día
Menos la dicha
Se me entristece el corazón
Lo que te extraño vida
Y lo que sufro
Es tan inmenso como el sol
Te sigo amando en contra del rencor
Aunque se muera mi alma de dolor

Entre el mar y una estrella
Seguirás estando al filo de mis venas
Te pondré algunas velas
Para preguntarle a Dios cuando regresas

nanananananana

Entre el mar y una estrella
Seguirás estando al filo de mis venas
Te pondré algunas velas
Para preguntarle a Dios cuando regresas

Entre el mar y una estrella
Seguirás estando al filo de mis venas
Te pondré algunas velas
Para preguntarle a Dios cuando regresas





Ouvindo: "Sampa", Caetano Veloso
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sábado, 17 de março de 2007

Giro pela Net (I)

Algumas imagens muito legais que encontrei rolando pela net.

1. Eu acho que vi um gatinho...


2. Acredite se quiser!


3. Afff! Esta não terá jamais problemas com amamentação!


4. Mmmm... Que vontadinha, papai!


5. "A marvada pinga é que atrapaia"...


6. Não só as cachorras dançam "funk"


7. Antes e depois


8. Torneirinha aberta!


9. Bebê espumante!


10. Cada coisa, viu...


11. Cobertor de orelha para bêbados.


12. Ooops! Desculpa, tio... Devolve a bola aí! Hehehe.


13. Efeito replicante


14. Mijão!


15. Êita noivinho esperto!


16. Entrando no clima.


17. Que chato, hein? Um flagra desses!


18. Exatamente como manda a placa! Obedientes, não?


19. Gentemmm... Isto é uma calcinha! Aiii!


20. Imagina só se esta moda pega...




Ouvindo: "Maninha", de Chico Buarque
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domingo, 11 de março de 2007

Curiosidade interessante:

A SIMBOLOGIA DOS NÚMEROS

O sistema de numeração atual, erroneamente conhecido como números arábicos (porque na realidade foi criado na Índia), contém o único conjunto de símbolos compartilhado por quase todas as culturas do planeta. Curiosamente sua grafia tem uma origem bastante lógica.Os símbolos que representam os números na atualidade descendem do sistema Nagari. Este sistema era compreendido universalmente na Índia, no entanto a popularização do sistema numeral levou a que várias culturas o adaptassem como próprio. Inicialmente a simbologia Nagari para os números era um tanto quanto confusa. Observe no quadro abaixo que o número 1 se parecia com o número 9, o 4 era similar ao 8, o 5 era o 4. Deste modo, o sistema númérico evoluiu para uma forma lógica, na qual a quantidade representada seria assinalada pela quantidade de ângulos do símbolo (contem as bolinhas pretas de cada símbolo - é justamente a quantidade de ângulos que o mesmo possui). Como podem notar, este é o motivo real pelo qual se convencionou cortar o sete, não aquela história de segurança ou ainda aquela outra sobre os 10 Mandamentos. Com o tempo o sistema se popularizou tanto que já não fazia falta indicar com ângulos a quantidade, e o ocidente adotou os números góticos, que utilizamos hoje em dia, mais estilizados e arredondados.





Vou postar também uma montagem com fotos para a música "Sampa", de Caetano Veloso. Não é um clipe, mas esta música me encanta, claro, porque quando se vive longe do país, sempre que ouvimos algo de nossa terra nos emocionamos. E, não por ser paulistaníssima, mas por ser brasileira e apreciadora de boas músicas, cá entre nós, esta música é simplesmente... arrebatadora, não?

Sampa, minha cidade. Meu anjo e meu demônio. Que se te deixo, quero logo voltar. E se contigo estou, quero tanto me afastar...
Sina triste e definitiva de uma paulistana crua de coracão e de alma mundana.



Ouvindo: "João e Maria", Chico Buarque de Holanda
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sábado, 10 de março de 2007

Dostoievsky

Li alguns livros de Dostoievsky em minha vida. Bem menos do que eu gostaria, diga-se de passagem. Mas posso afirmar, com certeza, que ele foi um dos formadores de minha alma adulta. As obras que li (Eterno Marido, Recordação da Casa dos Mortos, O Jogador, Irmãos Karamazóv, Humilhados e Ofendidos, O Idiota, Memórias do Subterrâneo, Nietóchka Niezvânova, Crime e Castigo, A Aldeia Stepantchikovo, O Adolescente e Os Demônios) me acompanharam durante a infância, ao lado de outras obras, de outros autores, com aquele olhar de "parece que você está crescendo". Espero que tenham sido olhares de aprovação, que meu crescimento tenha sido tanto espiritual, como emocional. Tanto quanto a cronologia da idade exigiu.Teve, porém, um trecho, que encontrei em um blog da Internet (que o dono me perdoe, porque não me lembrei de copiar a página dele para citá-lo. Mas prometo que farei isto, tão logo esteja mais organizada) que me fez repensar aqueles tempos de menina. E compará-los aos dias dinâmicos de hoje, quando respiramos informática de uma maneira tão geral que nosso cérebro simplesmente não consegue reter nem 0,0001% das informações que vemos no dia-a-dia via Internet. Pois bem, em 1876, Fedor Dostoievsky começou a publicação de uma folha mensal que pretendia que fosse "um diário íntimo, em toda a acepção da palavra, isto é, um fiel relato do que mais me interessou pessoalmente." Ou seja, algo muito parecido com um blog. Mas três meses depois ele escrevia: "Custa a crer, mas é verdade, ainda não encontrei a forma do Diário, e não sei se algum dia a encontrarei... Assim, tenho 10 ou 15 assuntos (pelo menos) para tratar, quando me sento para escrever. Todavia, os meus assuntos preferidos, afasto-os involuntariamente. Ocupar-me-iam demasiado espaço, exigiriam demasiado ardor da minha parte e, deste modo, não escrevo o que me agrada. Por outro lado, imaginei com demasiada ingenuidade que se trataria de um autêntico "Diário". Um verdadeiro "Diário" é impossível; só se pode fazer um diário artificialmente preparado para o público...". Considerei esta, uma passagem inolvidável. E não pude deixar de me identificar com algumas das coisas que são ditas nela. Penso, designadamente, na forma como a temporalidade dos blogues difere daquela presente em outras escritas (aquelas antigas cartas, os bilhetes traquinas, um livro impresso, um jornal). Tudo a ver com a dinamicidade da informática e sua quantidade imensurável de informação (que nosso cérebro não consegue reter). Acredito que a importância desta "dissociação de temporalidades", não deve ser desconsiderada porque, seguramente, o tempo dos blogues pode vir a nos aprisionar e repentinamente, podemos nos tornar, de forma inconsciente e involuntária, reclusos desse tempo.




Bem, para manter este "papo-cabeça" (rsrsrs), separei 1 clipe de Música Popular Brasileira. Daquelas bem puras: Chico Buarque, por ele mesmo, ao lado de Nara Leão. O clipe se chama "Roda viva" e faz parte da trilha sonora do filme "Cabra-cega" de Toni Venturi em 2004.


Ouvindo: "Gostoso Demais", Maria Bethania
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